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CQC: Danilo Gentili mostra a “tolerância zero” da cidade de Assis

09/11/2009

Danilo Gentili preso em Assis

O CQC foi à cidade de Assis no interior de São Paulo falar sobre a tolerância zero implantada para ajudar na segurança da cidade. Em Assis estão aplicando uma lei de 1941 que proíbe a vadiagem, onde quem não tem emprego é fichado e tem um mês para arrumar um emprego, senão pode ser preso.

Danilo Gentili se disfarçou de hippie para ver se a polícia o abordava. Foi o que aconteceu. Depois que a polícia descobriu que se tratava de uma matéria do CQC liberou o repórter. No ar às 22h15.

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CQC 78 – Veja a programação!

09/11/2009

CQC 78 – Band, 22h15 (Horário de Brasília)

Para ir ao estúdio: plateiacqc@band.com.br

Contato: cqc@band.com.br

CQC 78

Entre outras:

- REUNIÃO DOS “CUMPANHERO” DA ESQUERDA

- DESPEDIDA DO JOGADOR SORIN

- GLOBETES NO LIVRO DE AGNALDO SILVA

- CONGRESSO: CONTROLE DE QUALIDADE

- LANÇAMENTO DO LIVRO DO LULA

- MARCHA PARA JESUS x MARCHA DOS ZOMBIES

- CQC INVESTIGA VADIAGEM EM ASSIS

- TOP FIVE

- LANÇAMENTO DE ZERO BALA

- CQ TESTE: AMADO BATISTA

- PALAVRAS CRUZADAS: GIAN x GIOVANNI

Críticas, comentários e sugestões são bem-vindas!

PS: Este roteiro pode (e provavelmente deverá…) sofrer alterações, inversões e até cortes durante a transmissão, seja ela ao vivo ou gravada. Hoje, by the way, é ao vivo!

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Prêmio Extra de Tv: CQC concorre como melhor Humorístico

08/11/2009

Prêmio Extra de TV

O ano de 2009 está chegando ao fim e, no dia 1 de dezembro, uma grande festa no Vivo Rio vai premiar os melhores da TV.

Entre as categorias do Prêmio, uma delas arrancou gargalhadas do público durante o ano. Concorrem como melhor Humorístico os programas “Casseta e Planeta, urgente”, “A grande família”, “CQC”, “Pânico na TV”, “Show do Tom” e “Zorra total”CQC concorre ao Prêmio Extra de TVPrêmio Extra de Televisão é resultado da opinião dos leitores, que podem votar através de cédulas publicadas na Canal Extra e pelo site do jornal (http://extra.globo.com/lazer/premioTv2009/), clique no link ‘Vote e indique para amigos‘ onde você deve fazer um pequeno cadastro grátis e em seguida votar (no CQC, lógico!)

Além de escolher seus artistas e programas preferidos, poderá curtir a festa e até entregar o troféu a um de seus ídolos. Para participar, basta votar nas 14 categorias da cédula e responder à pergunta: “O que você faria para entregar um prêmio nas mãos de seu artista favorito?” Então, mãos à obra e solte a sua criatividade!

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Marcelo Tas diz que receptividade do CQC aumentou com Monica Iozzi

07/11/2009

Pouco mais de um mês depois de entrar para o time de repórteres do CQC, da Band, Monica Iozzi já deu seu toque ao programa. Em conversa com o Te contei o apresentador Marcelo Tas disse que a presença de uma figura feminina aumentou o poder de penetração da equipe em eventos que costumam cobrir.

“Está acontecendo justamente o que a gente imaginou: a atuação da Monica está crescendo com o tempo. Ela não entrou com todo seu potencial, mas já consegue coisas inéditas, como falar com o Chico Buarque, por exemplo”, afirmou Tas, que comanda a bancada da atração.

Monica e Tas

Marcelo Tas, que em janeiro lança um programa infantil no Cartoon Network, afirmou ainda que 2010 será um ano-chave para o “CQC”, já que será marcado por dois eventos muito importantes: Copa do Mundo de Futebol e eleições presidenciais no Brasil.

“Quando surgimos (em 2008), fomos apontados como imitadores de formatos já existentes na TV. Este ano, o quadro se inverteu: disseram que os outros copiavam a gente. Em 2010, quero ver qual será o destino do programa”, disse ele, que já montou esquema de transmissão ao vivo da África do Sul para os jogos, com a cobertura de Felipe Andreoli e Rafael Cortez.

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Rafinha Bastos se apresenta em Recife nesse domingo

07/11/2009

O humor de cara limpa, só artista, palco e o imenso público. O estilo stand-up comedy ganhou os palcos dos teatros brasileiros. E nesse estilo que o comediante Rafinha basto vota ao Recife com o espetáculo “A Arte do Insulto”.

A apresentação será dia 8 de novembro no Teatro da UFPE, às 19h. Como o improviso é a palavra chave para este tipo de apresentação, quem já assistiu “A Arte do Insulto” poderá conferir também novidades.

Durante 60 minutos o ator e jornalista destila humor em torno de assuntos polêmicos como religião, eutanásia e pena de morte. Na passagem pelo Recife em julho passado, o ator reuniu uma plateia de 3 mil pessoas.

Rafinha Bastos

SERVIÇO - A Arte do Insulto
Local: teatro da UFPE
Data: 8 de novembro de 2009
Horário: às 19h
Ingresso: R$ 60 (inteira) e R$ 30 (meia-entrada)
Censura 14 anos

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Felipe Andreoli: “É impossível ser engraçado o tempo todo”

06/11/2009

Felipe AndreoliAté pouco tempo, Felipe Andreoli não sabia dar nó em gravatas. “Uma vez tive que ir a um casamento, e pedi para o porteiro fazer o nó para mim”, conta o jornalista e comediante de 29 anos. Hoje, a gravata, marca registrada do programa CQC (Custe o Que Custar, da TV Bandeirantes), faz parte de seu dia-a-dia, assim como o assédio dos fãs e da mídia – que, segundo diz, até influenciaram no término de uma relação amorosa. Em conversa com a Época São Paulo, Andreoli conta como começou a fazer os brasileiros rirem todas as segundas-feiras, na TV, e fala de seu primeiro monólogo, “Que História é Essa?”, que estreia quinta-feira (5), no Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo.

Seus colegas do CQC ajudaram a preparar o espetáculo?
Quando comecei a escrever o show, mostrei o texto para o Danilo e ele disse: “Isso é uma história engraçada. Mas agora você tem de colocar as piadas.” Já o Marco (Luque) curtiu muito a ideia de usar as fotos de fundo. Eles me ajudam muito, mas tenho um estilo diferente. Não me sinto com a responsabilidade de fazer rir como o Rafinha ou o Danilo.

Como você começou a fazer comédia?
Cresci em uma família de médicos. Meu pai quebrou a tradição, e tornou-se jornalista. Isso é tudo culpa dele! Como meus pais eram divorciados, nos finais de semana eu ficava com ele, e muitas vezes tinha que acompanha-lo no trabalho. Eu ia na Globo, na Bandeirantes, e ficava encantado com aquilo. Trabalhei por bastante tempo como jornalista, como produtor, cobrindo esportes, que eu amo. Passei pela Cultura, e na Record apresentei um programa religioso, chamado Se Liga, Jovem. Foi muito importante para eu me soltar. Sempre gostei de fazer matérias leves, de comportamento. Adorava mostrar as coisas por outro ângulo, fazer perguntas inusitadas. O pessoal que fazia a produção do CQC percebeu isso, e eu recebi o convite para fazer um teste. Ai já viu…

Como veio a ideia de fazer um show só seu?
Por ser jornalista, sempre pensei em fazer coisas mais informativas, como dar palestras. Até mesmo porque se eu tentasse copiar o formato de shows do Danilo (Gentili) ou do Rafinha (Bastos), seria estripado. No ano passado, decidi me dedicar a uma atividade paralela, e comecei a escrever um espetáculo, mas com um formato diferente, não só uma piada atrás da outra. Fui mesclando coisas que aconteceram na minha vida com toques de humor, e acho que consegui o que queria. As pessoas saem do show com risadas, mas também com informações.

Você está nervoso com a estreia em São Paulo?
Apresentar o show no Bibi Ferreira, um teatro com tanta tradição, é muito legal, mas dá um enorme frio na barriga. O que mostro hoje é o resultado dos shows que fiz em outros lugares do Brasil. Fui vendo o que dava certo, criando novas coisas. E comecei pequeno. Bem pequeno, na verdade. O meu primeiro show foi em Presidente Epitácio, uma cidade paulista quase na divisa com o Mato Grosso do Sul.

Por que você acha que a comédia ganhou tanto destaque recentemente?
O CQC e o 15 Minutos (programa de humor da MTV) ajudaram muito a alavancar a comédia na TV brasileira. Não que ela não existisse antes, já havia muita gente fazendo coisas bacanas. Mas com os programas, a coisa ganhou mais visibilidade, e as pessoas puderam conhecer melhor o estilo. Outra coisa que ajuda a comédia stand-up é seu custo baixíssimo. Para um bom espetáculo, não precisa de cenário, ou uma equipe grande. É só ter o comediante e o banquinho. Assim, dá pra fazer turnê por mais cidades e levar o espetáculo para um público maior.

Você se considera engraçado?
O estranho é que eu nunca fui o engraçado da família. Os meus primos davam o show, e eu estava sempre ali, em segundo plano. Acho que tenho momentos de humor, mas às vezes fico também introspectivo. É impossível ser engraçado o tempo todo.

Continue lendo a entrevista aqui.

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Felipe Andreoli lança show sobre bastidores da TV em SP

05/11/2009

 

Felipe Andreoli

Fugindo um pouco do formato stand-up, Felipe Andreoli, estreia nesta quinta-feira, dia 5, seu show “Que História É Essa?”, no Teatro Bibi Ferreira, em São Paulo.

O humorista e integrante do programa CQC, da Band, revela histórias dos bastidores das grandes emissoras que visitava quando acompanhava seu pai no trabalho, o jornalista Luiz Andreoli, e todas as experiências que ele próprio vivenciou, além de abrir seu álbum de fotos.

O humorista contou ao Metro porque resolveu fugir do fenômeno das peças de stand-up comedy. “Pensei em fazer algo diferente, que tivesse uma proximidade maior com o meu estilo de trabalho”.

O projeto adquiriu um formato de bate-papo, em que as pessoas presentes acabam se tornando os convidados especiais do espetáculo. “A interação é incrível, pois muitos espetáculos acabam ficando bem melhores por causa do público.”

Serviço – Que História É Essa?
Onde: Teatro Bibi Ferreira (Av. Brigadeiro Luis Antonio, 931, Bela Vista)
Tel.: 3105-3129

Quando: Todas as quintas-feiras de novembro, às 21h.
Quanto: R$ 40

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Lançamento do Livro de Marcelo Tas

05/11/2009

A capacidade de aliar o bom humor ao senso crítico sempre foi a característica mais marcante do  jornalista Marcelo Tas. Sem fugir à sua personalidade, o apresentador do programa “CQC”, da Band, reúne no livro “Nunca Antes na História deste País” (ed. Panda Books) uma coleção de “pérolas” do presidente Lula, tanto em entrevistas quanto em momentos reservados.

Apesar disso, a obra não se limita a apenas apresentar as frases. “Achei que isso seria muito manjado, então preferi fazer essa analogia de que o presidente Lula, depois de eleito, se tornou um verdadeiro especialista em generalidades, mesmo não possuindo nenhum diploma universitário”, explica Tas em entrevista ao Metro, sobre o hábito do presidente de comentar diversos temas, “desde a perfuração de poços de petróleo na camada pré-sal até a escalação do Corinthians”.

Sucesso ao Marcelo Tas!!

O livro se divide em dez perfis profissionais assumidos por Lula em seus comentários, como o “Lula advogado”, “Lula turista” e o “Lula filósofo”. “Acho que não existe um tema sobre o qual ele ainda não tenha falado! Talvez a única coisa que ele não comenta seja sobre ele mesmo. O Lula esconde a sua verdadeira identidade como pessoa. Ele é muito tímido e inseguro”, diz o jornalista.

Outro aspecto discutido no livro é a facilidade do presidente em mudar de opinião. “Ele é como a música ‘Metamorfose Ambulante’, do Raul Seixas. Primeiro, era inimigo do Sarney; depois, o defendeu. Chamou a crise mundial de marolinha, e depois disse que é muito séria”, exemplifica Tas.

Apesar do tom crítico, o autor não considera que o livro faça oposição direta a Lula. “O jornalista José Simão, que escreveu o prefácio, resume bem: é um livro a favor e contra ao mesmo tempo, porque, apesar de bater muito, apresenta coisas novas sobre ele.”

O jornalista Marcelo Duarte foi quem convenceu Tas a escrever a sua primeira obra e o apresentador confessou que deixou a ansiedade tomar conta de sua noite de autógrafos.

“Estou que nem noiva na primeira noite. Não estou acostumado com essa coisa de autógrafos. Não esperava que viesse tanta gente”, disse.

O apresentador ressaltou a dificuldade de conceber a sua primeira obra e diz que não pensa em repetir o feito tão cedo. “Para eu voltar a fazer um livro vai ser difícil. É muito complicado”, revelou.