h1

Os crespos no show da Beyoncé

07/02/2010

Em meio a uma plateia de 60 mil pessoas que compareceram ontem (6/2/2010) ao estádio do Morumbi, em São Paulo, para assistir à segunda apresentação de Beyoncé no Brasil, alguns famosos se divertiam em camarotes exclusivos.

Estiveram por lá os crespos Felipe Andreoli e Marco Luque, do CQC. Eles conferiram também o show de abertura, com Ivete Sangalo.

Quando Beyoncé subiu ao palco, ela comunicou que esse foi o maior show de sua carreira, com público recorde.

h1

Feliz Aniversário Felipe Andreoli!

05/02/2010

Hoje, dia 5 de fevereiro, comemoramos mais um ano de vida desse rapaz que completa 30 anos de idade (parece que tem 20!): Felipe Andreoli!

Felipe tem a facilidade de conquistar as pessoas que estão à sua volta, ainda mais com aquele sorriso estampado no rosto … por toda a dedicação ao seu trabalho, pela maneira como trata as pessoas e sua forma de ver o mundo, é que se justifica quantos admiradores (e  principalmente admiradoras!) acompanham sua carreira.  Sem falar naqueles cachinhos que nos fazem lembrar dele sempre que ouvimos a palavra CRESPO…

Enfim, como fãs que somos, afirmamos que Felipe é muito importante para nós e que o respeitamos e admiramos  muito. Desejamos a você um ótimo ano que está no comecinho ainda, com muitas alegrias, saúde, desafios que façam você crescer ainda mais pessoalmente e profissionalmente, e claro, muito trabalho, pois queremos ver você sempre arrasando em tudo o que faz!

Um Feliz Aniversário da Equipe Portal CQC | Parabéns!

h1

Marcelo Tas elege passeios imperdíveis na cidade de São Paulo

28/01/2010

Em homenagem ao aniversário de 456 anos de São Paulo que aconteceu nesta segunda-feira, alguns famosos revelaram dez lugares imperdíveis para se visitar na capital paulista. Marcelo Tas, apresentador do CQC, confessou ao Metro a paixão pelas bracholas da Mocca.

Veja abaixo essa seleção nota 10 feita pelo líder da bancada do CQC.

 

Museu da Língua Portuguesa

Adoro os filmes introdutórios que passam para você entrar no museu e também ver as crianças brincando com as palavras nos vários jogos interativos.

Galeria do Rock

Vou há décadas, foi o lugar onde consegui despertar o coração da minha filha carioca para as maravilhas da megalópole de SP.

Rua Santa Efigênia

Frequento muito essa autêntica praça de nerds.

Teatro Municipal

Ver uma ópera ou um concerto aqui é uma viagem a ouro planeta. Espero que não continue em reforma por mais tanto tempo.

Mercadão Municipal

Frequento desde quando era sujinho. Hoje está chiquérrimo e muito disputado. Continua ótimo!

Casa do Zezinho

Sou voluntário dessa ONG há vários anos. Foi o lugar que me fez conhecer verdadeiramente uma São Paulo que me parecia longe e hoje é mais perto e importante do que nunca: a zona sul, berço do rap paulistano.

Mooca

Amo esse bairro de onde vem o sotaque paulistano das novelas da Globo. Gosto especialmente das pizzarias e das cantinas, onde como uma bracholas, meu!

Museu do Futebol

Passeio que se tornou imperdível no circuito da cidade. De quebra, ainda dá para passear pelo estádio do Pacaembu.

Museu Catavento

Apesar da concorrência forte, este é hoje o museu mais incrível da cidade. Reserve pelo menos dois dias para dar conta de tudo.

Avenida Paulista

Aqui, descobri e continuo tentando descobrir que cidade é esta? E o melhor: a pé.

h1

Marcelo Tas fala sobre o CQC, Twitter e política

27/01/2010

Marcelo Tas, 50 anos, não quer explicar nada e pretende confundir a todos. Faz assim com o livro Nunca Antes na História Deste País, com uma seleção de frases do presidente devidamente comentadas por seu olhar ferino, e ao arrebanhar uma legião de seguidores com seu Twitter. Entre o humor e o jornalismo, constrói um jeito autoral de pensar, olhar e criticar o Brasil. A entrevista que segue foi concedida ao Correio Braziliense.

Pergunta: Como você e o CQC se colocam entre a crítica e a exposição de celebridades?

Marcelo Tas: O CQC pode ser um veículo muito poderoso para algumas figuras que a gente critica, mas é parte do jogo. É um programa arriscado e a gente gosta disso. Trabalhamos numa fronteira do jornalismo com o humor. Não podemos cair na tentação do desrespeito, mesmo ironizando uma figura. A gente não gosta do Sarney, por exemplo, que é uma das figuras mais nocivas à República brasileira, mas tenho que tratar o cara dentro desse limite para não usar as mesmas ferramentas que ele usa, como o desrespeito à sociedade, a censura, a truculência. Agora, a gente sabe que figuras como ele podem se beneficiar do CQC sendo simpáticas ou caras de pau. O Maluf, por exemplo, fala muito com o CQC, sabe que é importante usar o programa como um veículo.

Pergunta: O humor crítico no Brasil mudou nos últimos 10 anos?

Tas: Poderia ter mudado mais. O público quer mais ousadia, que a gente oferece. Por isso o programa causou tanto impacto. Dele para a última ousadia da TV tem pelo menos cinco anos, que foi o Pânico. Nem é a mesma praia, mas foi uma grande ousadia. E do Pânico para a ousadia anterior, que foi o Casseta & Planeta, tem mais cinco ou oito anos.

Pergunta: Tem alguma coisa que você não goste no CQC?

Tas: Muitas. Acho que ainda é um programa muito sexista, uma coisa que é inevitável porque é muita testosterona, muito macho, e, às vezes, passa do tolerável na questão do machismo ou da grossura.

Pergunta: Você diz que é importante saber ouvir. O que significa isso hoje no Brasil ?

Tas: Quem não ouve está fora do jogo, fora da brincadeira. As pessoas, as empresas, os jornais, os pais, os professores, quem não ouvir hoje dançou por causa da velocidade da rede. Qualquer coisa que a gente faça hoje é em rede, inclusive as coisas antigas. Mesmo os jornais de papel são feitos em rede. Mesmo que não tenha um Twitter ou não seja interessado nisso está nessa era. Eu gosto muito disso. Acho que quem trabalha com comunicação vive uma era muito especial. Procuro olhar quem está fazendo coisas legais.

Pergunta: Seu Twitter é um dos mais seguidos do Brasil. Essa superexposição não multiplica o vazio?

Tas: Se tem esvaziamento ou aprofundamento, depende da gente. O que tem hoje nessas ferramentas é uma velocidade muito alta e uma capacidade de atingir pessoas que você nunca atingiu. No meu caso, tem uma coisa extra, que é a capacidade de ouvir pessoas. A tevê não permite isso, é um veículo surdo onde as pessoas só falam e onde fui forjado. Passei duas décadas de trabalho só falando e ouvindo muito pouco as pessoas. No Twitter, ouço as pessoas.

Pergunta: A que você atribui o sucesso do livro Nunca Antes na História Deste País?

Tas: Há um interesse e um desconhecimento sobre a história do Lula. Com a pesquisa que fiz para o livro, descobri muita coisa que não sabia do presidente, e olha que corro atrás dele desde 1983. O Lula tem uma personalidade muito de horário comercial. Ele está sempre trabalhando e nunca com a postura desarmada. Fala pouco com a imprensa. Tem quem o ache um péssimo presidente e quem acha que ele é um gênio. Como não acho nenhuma das duas coisas, me interessou fazer um livro que não tomasse partido. Chamo isso de bipolaridade que a gente tem em relação a ele. Se você faz uma crítica é porque você é contra; se você elogia, é a favor. Acho que há uma falta de maturidade no Brasil em relação a uma estabilidade democrática. No livro procuro contribuir um pouco para isso, causando mais confusão. As pessoas nunca sabem se sou lulista, se sou tucano. Aliás, sou acusado das duas coisas.

Pergunta: Você é governista ou da oposição?

Tas: Não tenho compromisso com nenhum partido. Já votei em todos os partidos. Minha tarefa neste mundo é de espírito de porco, estou cada vez mais convencido disso. Na última eleição, votei no Afif Domingos. Para mim, não tem mais diferença entre ter Afif ou Suplicy. Não há diferença entre PT e Democratas enquanto ética ou crença em uma democracia. Não é um compromisso partidário ou ideológico que guia minha vida. A mudança não vem daí. Por isso até admiro o presidente. Lula tem nos seus maiores pecados, às vezes, suas virtudes. Um cara que abraça o Jader Barbalho tem que ter estômago de avestruz. É um cara muito contraditório. Mas ele tem ao mesmo tempo esse estômago que faz com que consiga tocar o país com relativo sucesso na área econômica e até na área política.

Pergunta: Gostaria de mandar um recado para Lula ou Dilma?

Tas: Será que eles vão ouvir? Meu recado seria esse: ouçam mais as perguntas. Acredito que os políticos não precisam ter medo de se expor. E acredito que o presidente é o cara. Ele não precisava se cercar tanto, poderia se expor mais, dar mais a cara para bater porque é capaz de sair de qualquer situação. O Brasil pode ser um país respeitoso e divertido ao mesmo tempo. E a gente pode tratar a política com contundência, mas também com humor.

h1

Rafael Cortez: “Eu aprendi a me sacanear. Rir de você mesmo é o melhor remédio para tudo”.

26/01/2010

Rafael Cortez nunca pensou em ser comediante. Antes do CQC, fazia teatro e já protagonizou algumas coisas no cinema. Além da formação em teatro e jornalismo, o humorista também toca violão erudito. Segundo ele, o show De tudo um pouco foi montado para ajudar na elaboração de técnicas de comédia para o programa. “Eu fui praticamente obrigado por mim mesmo a fazer esse show. Eu me vi terminando o ano de 2008 tendo feito muitas matérias, mas não tão boas quanto eu queria. Eu vi que tinha cara-de-pau, carisma, mas faltava repertório. Se você prestar atenção, o Rafinha Bastos, o Marco Luque e o Danilo nunca ficam sem resposta. Eles estão sempre se reinventado como comediantes”, analisa Rafael.

E o plano deu certo. Rafael não só vem se aprimorando como humorista, mas o show também mudou um pouco da sua personalidade. “Antes de montar esta apresentação, eu era muito vaidoso. Achava que eu que tinha que me destacar, não queria ficar por baixo”, revela o humorista. De acordo com ele, o seu personagem Loreno, criado para a internet, o ajudou a ser mais humilde: “agora eu sou o que mais paga mico no programa. Sou eu que sou o veado, eu que faço um golfinho, eu que levo os maiores foras. Eu aprendi a me sacanear. Rir de você mesmo é o melhor remédio para tudo”.

Rafael diz que considera o programa um artifício perfeito para tirar a vaidade e a prepotência das pessoas. Para ele, o CQC tem sim um formato jornalístico, mas que se utiliza do humor como ferramenta principal. “Humor não é só ferramenta para fazer rir. Nós conseguimos inúmeros furos de reportagens com o nosso desprendimento. Tratamos com os políticos mais importantes do País e, por conta do bom-humor, eles acabam entregando as coisas. Eu nunca mais esqueço que a primeira vez que Ciro Gomes se declarou candidato oficial à presidência foi para mim. E quem primeiro conseguiu uma declaração de Lula sobre Obama, também fomos nós”, conta orgulhoso.

Ao ser questionado sobre qual a melhor coisa de ser um CQC, Rafael resume que a melhor é a pior também. “É a falta de rotina. Como sou muito agitado, eu gosto de não saber o que vai acontecer durante o dia, de olhar para a agenda do ano e ver milhares de compromissos”, diz. “Ao mesmo tempo, como vivo muito intensamente as coisas, não tenho nenhuma qualidade de vida. Sei que vou morrer cedo. Eu não como bem, não durmo bem, não me relaciono com mulher…”. Ôpa! – Você não se relaciona com mulher?, questiona a repórter. “Não” – continua, “eu me relaciono com várias”, brinca o ator. “Estou brincando. Eu sou tímido. Gosto de mulher com iniciativa, que pega a chave do motel e chama para o vamos ver”, dispara.

Ele conta que acabou de ganhar dois sobrinhos e que curte muito a ideia de construir uma família, de ter uma namorada, mas que infelizmente não tem tempo para nada.

Mas eu sei que as coisas não são eternas. Sei que um dia toda essa correria acabar, minha agenda vai voltar a ser vazia e ninguém da sua cidade vai me ligar para fazer entrevista”, completa.

Sobre qual a personalidade que mais gostou de entrevistar no CQTeste, Rafael diz que está guardado em seu coração, o dia em que entrevistou o músico João Donato, de quem sempre foi fã. “Eu amo o CQTeste. É o quadro que mais gosto de apresentar. Espero que esse ano eles não tirem de mim…”. O que será que a Band está aprontando?

A repórter faz a última pergunta:

– É verdade que você escrevia textos eróticos para celular? É verdade sim. Eu produzia um quiz com perguntas do tipo: Quem tem glande? a)mulher, b) homem, c) cavalo. E também dicas sexuais. Era divertido.”

E para 2010?

Quero lançar o meu CD de violão, fazer turnê com o show e não vou nem tentar uma namorada, porque sei que não vou conseguir.”

Entrevista de Duda Martins do Jornal do Commercio

h1

O Rio de Janeiro de Felipe Andreoli

25/01/2010

O paulista Luiz Felipe Guimarães Andreoli, 29 anos, não gostava do Rio quando era criança. Apegava-se à boba rivalidade entre a terra carioca e São Paulo. Hoje, jornalista que virou estrela da TV na equipe do ótimo CQC, da Bandeirantes, confessa-se apaixonado pela cidade, pelo humor dos habitantes e o astral do lugar. Felipe Andreoli conta que ama passear e observar “os velhinhos em Copa, as gatas em Ipanema e no Leblon“. E celebra o bate-papo animado em qualquer esquina. Seu depoimento tem o astral que o fez famoso na TV.

Um carioca: Jorge Ben. Não o Jorge Benjor. Jorge Ben! Meu ídolo!

Um amigo no Rio: Tenho amigos e amigas aí. Mas quando vou ao Rio, eles sempre estão viajando, trabalhando… Uma delas é a Luiza Possi. Espero encontrar com ela aí sem ser no aeroporto… (risos)

Um programa: Caminhar ou correr na orla. Copa, Ipanema, Leblon.

Um lugar para comer: Adoro comer no balcão o galetinho do Viva Flor, na Paula Freitas, em Copa. Sensacional.

Uma paisagem: Adoro a Praia do Recreio bem cedinho, ao amanhecer. Ou a Lagoa à noite, com Lua cheia de preferência.

Uma recordação: A primeira vez no Cristo, aos 11 anos, quando conheci minhas 3 lindas primas cariocas. E olha que ainda tenho mais primas e tios por aí. Fora minha avó que mora há 60 anos em SP e ainda fala déixx reaixxx… (risos)

h1

A improvisação que deu certo

24/01/2010

Substitutos do CQC na Band conseguem bom ibope para o horário e lutam por um lugar fixo na grade da emissora.

O programa parece uma grande brincadeira. Mas os resultados alcançados por ‘É Tudo Improviso’, que cobre as férias do CQC, devem ser encarados com seriedade pela Band. Com apenas duas semanas de exibição, eles marcaram 4 pontos de média com picos de 6, o mesmo que o titular do horário. “Estamos surpresos com a boa audiência. Tomara que a gente conquiste um espaço fixo na grade”, torce o apresentador Márcio Ballas.

O futuro da atração na emissora ainda é uma incógnita, mas a trupe do programa comemora desde já a repercussão do trabalho. “O grande barato de estar na TV é que agora nosso humor pode chegar a todo tipo de gente. As pessoas que já conheciam o que fazíamos no teatro, e que são mais críticas, estão gostando do resultado na tela. Mas agora até o porteiro do meu prédio, que nem sabia com o que eu trabalhava, veio falar que adorou”, conta Márcio.

No palco, o apresentador comanda humoristas do grupo ‘Os Barbixas’, ‘As Olívias’ e ‘Jogando no Quintal’ — todos com larga experiência no teatro — em inúmeros quadros, muitas vezes com participação da plateia e todos na base da improvisação. “A grande questão era trazer esse tipo de humor que é tão quente no teatro para quem vê de casa. Do primeiro para o segundo programa, achei que tudo já ficou mais quente. Mérito do diretor Tadeu Jungle, que está conseguindo fazer muito bem essa difícil transposição”, afirma Elídio, um dos integrantes de ‘Os Barbixas’.

Mas, se ‘É Tudo Improviso’ continuar fazendo sucesso, o espaço do CQC não estaria ameaçado? Para Rafinha Bastos, fiel escudeiro de Marcelo Tas e amigo de velha data dos moços que cobrem suas férias, não dá para misturar “alhos com bugalhos”. “Um programa é muito diferente do outro. O ‘CQC’ exige que o público tenha algumas referências, esteja antenado com algumas coisas para entender. Mas se a Band não aproveitar esse sucesso do improviso, vai jogar uma bela ideia fora. Vou ficar muito feliz se mais um projeto diferente ganhar espaço na emissora”, elogia Rafinha.

Ele é convidado da próxima edição do ‘É Tudo Improviso’. Mas, ao contrário de seu companheiro de bancada Marco Luque, não aceitou fazer ‘stand-up comedy’ em frente às câmeras. “Sou contra algumas adaptações que a TV exige. Se o próprio nome do programa diz que é tudo improviso, não dá para colocar ‘stand-up’ no meio, algo que às vezes demoramos meses para criar. Os meninos sabem que essa é minha opinião, não estou falando nada pelas costas”, argumenta Rafinha.

Texto de Gabriela Germano de O Dia Online

h1

Marco Luque: “O momento em que as modelos caem na passarela é o mais engraçado”

23/01/2010

O ator e apresentador do programa CQC, da Bandeirantes, Marco Luque, esteve presente no desfile da Reserva para prestigiar o colega de trabalho Felipe Andreoli, que fez uma participação especial no desfile da grife. Luque elegeu o que de mais engraçado pode acontecer durante um evento como a SPFW. “Torço para as modelos caírem ou tropeçarem na passarela. É o momento mais engraçado”, afirmou sorrindo.

O apresentador ainda disse que foi bajulado com os brindes do evento. “Ganhei mais presentes aqui do que no meu aniversário”, disse. Luque afirmou que só entraria na passarela se tivesse algum propósito beneficente.