Marco Luque sobre Rafinha Bastos: “Perdemos um grande cara”

Quando Rafinha Bastos saiu do CQC, em setembro do ano passado, a infeliz frase dita na bancada não alterou em nada o relacionamento com os integrantes do programa, que permanecem por lá. Marco Luque, por exemplo, tem um grande carinho pelo ex-colega de trabalho. Ele disse ao O Fuxico que lamenta que o humorístico tenha perdido um grande profissional.

“É meu amigo normal. A gente se entendeu. Infelizmente, aconteceu tudo aquilo e a gente perdeu um grande cara.”

Marco está sempre atento a tudo o que Rafinha está fazendo, inclusive ficou muito feliz pelo projeto que ele ganhou na RedeTV!, uma versão brasileira do renomado Saturday Night Live, que ainda não tem previsão entrar no ar, mas já é certo na grade da emissora.

“É um programa que eu vejo muito e o Rafinha é um cara extremamente competente e tenho certeza que vai fazer um trabalho massa. O Saturday Night Live trabalha com improviso, trabalha esquetes e tem vários quadros que você exercita a comédia. Tem várias formas de focar e dizer as coisas para as pessoas.”

Depois da saída de Rafinha, um assento na bancada do CQC ficou vago por onde passaram todos os outros integrantes como forma de testes. Porém, apenas um foi escolhido: Oscar Filho que já toma posse logo no primeiro dia do programa.

“O Oscar é um cara excelente, é ator, veio da comédia e vai segurar legal a bucha. Ali, quase todo mundo tinha capacidade para sentar na bancada e estou feliz com a escolha do Oscar… Estou contente!”

Sobre a rincha entre o CQC e o Pânico, citada por Marcelo Tas na apresentação da programação da Band, ele não concorda com seu ‘chefe’.

“Rincha? Imagina! Já não tinha antes, imagine agora que a gente está na mesma casa. A gente está em datas diferentes, o público é diferente, o formato, o foco, é tudo diferente. É tão divertido quanto o CQC… Eu me divirto muito! Fica difícil ter rincha com algo que a gente admira.”

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Tas: “O ‘CQC’ atrai um público de bom gosto”

Assunto do momento, a chegada do “Pânico” à Band não assusta o líder do “CQC”, Marcelo Tas. 

O apresentador conversou com o Metro sobre o convívio dos dois programas e a nova atração que apresentará, “Conversa de Gente Grande”. 


Você acha que o “Pânico”, agora na mesma emissora, vai rivalizar com o “CQC”?

Não, de maneira alguma. O “Pânico” é escrachado, aborda os assuntos de uma forma completamente diferente. Também temos bom humor, mas o “CQC” atrai um público de bom gosto (risos). Só que nada de falar que nosso humor é inteligente, acho isso muito chato.

E se as equipes se encontrarem em coberturas?

Por nós, tudo bem. Eles são supertalentosos, têm o espaço deles. Qualquer programa que dure tanto tempo no Brasil merece o meu respeito.

O que o “CQC” terá de novidade nesta temporada?

Ganhamos um repórter novo, um cara muito bom mesmo. Mas não vou falar o nome dele para ninguém por enquanto, quero que seja uma surpresa para todos.

Você terá dupla jornada agora, já que vai comandar o infantil “Conversa de Gente Grande” também. Fale um pouquinho sobre ele.

É quase uma volta no tempo para mim, gosto muito de trabalhar com crianças. Gravamos o piloto e fiquei bem feliz. Vou, com os pequenos, abordar assuntos relacionados à família, à educação sem medo. O legal é a esperteza e a espontaneidade deles, os adultos vão aprender muito.

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Danilo Gentili concede entrevista ao portal Famosidades

FAMOSIDADES – Primeiro, gostaria de saber como foi sua mudança do “CQC” para o “Agora É Tarde”. Como foi o processo de criação do programa e as conversas para deixar o programa encabeçado por Marcelo Tas?

DANILO GENTILI – Eu criei o programa em 2009. Alguém muito ativo na criação do programa foi o cara que hoje chefia o roteiro, o Alex. Conversamos constantemente sobre como queríamos fazer um programa que também gostaríamos de assistir antes mesmo de apresentar a ideia pra Band e consequentemente pra Eyeworks, que hoje produz.

Entrando no ar duas vezes por semana, o “Agora É Tarde” foi bem aceito pelo público e pela Band. Logo, ele passou a ser exibido diariamente. Ao que você atribui esse novo “passo”?

Acho que existe uma parcela significativa do público que, pra minha sorte, assiste na TV o mesmo tipo de coisa que eu gosto de ver, pois como eu disse anteriormente, todo meu esforço é para todo dia apresentar um programa que eu gostaria de assistir.

Nos primeiros programas, percebi que você estava um tanto “travado” como apresentador. Muita gente confundia quando você estava brincando e quando você estava falando sério. Foi uma tática para chamar atenção?

Eu não sou um mentiroso tão bom assim, que consegue enganar todo mundo durante muito tempo, então minha tática sempre foi ser eu mesmo. Se eu parecia travado nos primeiros programas é porque eu realmente estava. Minha carreira na TV é curtíssima, minha bagagem também, então me sentia inseguro nos primeiros programas. E nem fazia questão de disfarçar. Minha preocupação maior era deixar claro pro público a essência do que estávamos fazendo ali. Eu sei que se conseguisse passar isso o público ia se sentir recompensado em acompanhar meu amadurecimento também nessa área. É como você ver seu amigo se formando na faculdade e depois se dando bem no mercado de trabalho.

Ninguém fala muito do seu início. Nascido em Santo André, você cursou Publicidade e Propaganda. De onde veio o gosto pelo humor e as ideias de formar um stand-up, ser apresentador?

É… Nasci em Santo André. Minha ideia de fazer stand-up veio da minha repulsa ao trabalho. Eu odeio trabalhar então pensei: vou virar comediante. Nesse caminho acabei parando na TV. E sabe lá Deus onde eu vou parar depois da TV. É possível que no asilo dos artistas. Espero que possa receber visita íntima lá. Estou juntando dinheiro pra isso… [risos]

Você já fez perguntas embaraçosas para celebridades e políticos, inclsuive sendo agredido. Já recebeu ameaças sérias, de morte?

Já recebi processos, também já ouvi em Brasília um segurança ou assessor, ou capanga, sei lá quem era o cara, me dizer que por eu mexer com quem estou mexendo eu ia tomar um tiro na rua e todos iam pensar que era um assalto. Já apanhei de segurança, algumas vezes diante das câmeras, outras distante, como no dia da posse da Dilma [Roussef, presidente da república]. Já fui impedido de me hospedar em uma rede de hotel porque fiz piadas sobre certo político no meu show. Mas a pior ameaça que eu recebi até hoje foi quando um cara do Partido Progressista me convidou para me filiar ao partido!

Você já recebeu elogios e foi destaque em matérias internacionais. Alguma vez rolou convite para participar de algo no exterior?

Sim! Ano passado eu estava em Los Angeles nos estúdios da Fox e recebi um convite para me retirar [risos].

Com o lançamento do “CQC” no Brasil, surgiu muita gente querendo fazer stand-up comedy. Qualquer pessoa quer ser humorista. Você vê pontos positivos ou negativos nisso?

Engraçado que o “CQC” não é associado com stand-up comedy em lugar nenhum do mundo. Só aqui. Obviamente porque tem uma boa parte do elenco que saiu de bares. Acho que o “CQC” e. modéstia à parte, o “Agora é Tarde” são os dois programas que mais souberam aproveitar o talento desse tipo de comediante na TV até agora, talvez porque são atrações que fazem a personalidade do elenco ser mais forte do que um personagem criado, essa é essência do stand-up e se encaixou perfeitamente no “CQC”. Fico feliz quando muita gente quer fazer stand-up. É sinal que o gênero está estabelecido. E quanto mais gente faz, mais gente boa pode surgir, ainda que a maioria seja ruim e não vá longe.

Depois de estrear no “Agora É Tarde”, você não faz mais alguns comentários “fortes” que fazia antes. Isso tudo é cuidado por você ter outra postura na nova atração?

Sério? Eu acho na real que tenho dito coisas que nem no “CQC” eu dizia. Não porque eu tento ser mais ameno ou mais agressivo e sim porque a liberdade e o espaço que tenho hoje são ainda maiores. Talvez pareçam menos “fortes” meus comentários no meu programa porque ali, diferente de um Twitter onde é muito fácil tirar uma frase isolada feita pra rir e torná-la uma ofensa, ela está dentro de um contexto inegável de humor. No meu programa, cada comentário que faço é acompanhado do meu tom de voz, expressão facial, reação da plateia e isso torna mais difícil pra alguém “polemizar” uma frase que eu disse, porque o contexto humorístico que a frase foi proferida é inegável.

Como foi a escolha do elenco no seu programa? Murilo Couto, Marcelo Mansfield e Ultraje a Rigor, por exemplo, são seus amigos. Você foi o responsável direto por fazer essa escolha?

Sim. E depois que meu programa estreou gostaram tanto que acabei indicando mais gente de stand-up por aí e o Mauricio Meirelles foi parar no “CQC” [risos].

Além de apresentador e humorista, você também é empresário. Como surgiu a ideia de abrir o Comedians? Há possibilidades de você ingressar em outros projetos como empreendedor?

Sim. Ano passado lancei com a MonsterJuice um game chamado “O Mundo vs Danilo Gentili”. Fico feliz porque todo mundo que joga elogia e diz que está viciado. Penso em expandir esse circuito de comedy club por aqui de alguma forma com o Italo [Gusso], meu empresário. E eu tenho vendido alguns órgãos do meu corpo para laboratórios farmacêuticos fazerem experiências. Eles pagam bem [risos].

Quando pequeno você foi coroinha. Como você se relaciona com religião hoje em dia?

Eu nunca foi coroinha, pois só perdi minha virgindade depois dos 18 e com uma garota. [risos]. Passei minha adolescência lendo e pesquisando muito sobre religiões. Sempre foi um assunto que me fascinou. Depois de anos de pesquisa eu cheguei a conclusão que não preciso de uma religião. Consigo ir pro inferno sozinho.

Este é ano de eleições. Os jovens do país nem sempre foram muito ligados nisso. Mas as mídias sociais estão muito fortes. Você acha que o acompanhamento e o interesse por política pode se tornar mais séria e maior nas próximas eleições com a ajuda da internet?

A internet ainda é um mistério que oscila muito pra mim. Talvez ela não seja tão forte como dizem para algumas coisas. Os assuntos mais comentados do Twitter sempre são as coisas que estão passando na TV, o que talvez prove que ela não é a futura substituta da TV e sim um veículo paralelo. E a molecada tem acesso a toda informação que quiser, mas só pesquisa sobre o Justin Bieber. Eu, quando era moleque, não tinha acesso a tanta informação, mas eu tinha boas referências de coisas que nem eram da minha época, como a Scarlet O’Hara, de “E o Vento Levou”, ou os macaquinhos voadores do “Mágico de Oz”. Falei outro dia do McFly no Twitter e achavam que eu estava falando de uma banda. Nunca ouviram falar em “De Volta para o Futuro”.

Nunca ouvi você falando de sua vida amorosa. Conta aí para gente: você namora, é casado, está ficando?

Sou solteiro. E se você não tiver muitas doenças venéreas, acho que aceito [risos].

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Galã! Felipe Andreoli posa de modelo para marca de roupa

Aí está um lado de Felipe Andreoli que nós não conhecíamos. Acredita que o menino leva jeito para modelo? Ele foi escolhido para ser garoto-propaganda da marca de roupas Zinco e mostrou muito charme durante sessão de fotos. 


O repórter do CQC viajou até a cidade de Vinhedo, no interior de São Paulo, em busca de uma paisagem rural para as imagens. E o jornalista aprovou a nova experiência. “Foi uma delicia, posso dizer que eu me diverti fazendo as fotos, eu estava com uma expectativa de um dia de trabalho, mas foi um dia bem legal”, disse. 

E aí, quem curtiu o resultado?

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Divisão de território entre ‘Pânico’ e CQC’

 ‘Pânico na TV!’ e ‘CQC’ agora dividem a mesma emissora. E a pergunta que não quer calar é: haverá concorrência entre os humoristas dentro da Band? Marcelo Tas, líder do ‘Custe o Que Custar’, amenizou. “‘CQC’ e ‘Pânico’ têm um jeito diferente de olhar e tirar humor da realidade. Portanto, não há qualquer problema de, eventualmente, cobrirmos um mesmo evento. Aliás, fazemos isso há quatro anos, né?”, disse o apresentador à ‘Já É!’.

Sobre os novos colegas, Tas avaliou: “Talento, competência e audiência são sempre bem-vindos no ambiente de trabalho de uma emissora de TV. Por isso, recebi com entusiasmo a vinda do ‘Pânico’ para a Band. Acredito que todos podemos e devemos crescer com essa novidade”.

O ‘CQC’ volta ao ar dia 12 de março. Já o programa comandado por Emílio Surita ainda não tem data definida para estrear na nova casa.

Rodrigo Scarpa, o Vesgo do ‘Pânico’, não quis dizer se vai ou não processar a Rede TV! pelo atraso nos salários, mas contou que semana que vem a equipe vai se reunir para pensar na nova atração. Ele fará mais matérias internacionais e voltará à Band — onde estreou em 2002 no programa ‘Descontrole’, de Marcos Mion — mais magro. Vesgo já perdeu 18kg. Ele chegou a 105kg para o quadro ‘Cinturinha do Zeca’. “Gordo eu não fico nunca mais. Tinha tanta vergonha de me olhar no espelho, de mostrar meu corpo para minha namorada (Gabriela Baptista), que transava de camisa. Consegui emagrecer no lugar mais difícil do mundo, os Estados Unidos, onde só tem junk food. Fechei a boca, cortei carboidratos e malho todo dia”.

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