“O humor não deve ter limites”, diz Rafinha Bastos

Nem Ronaldo, nem Luciano Huck, tampouco Barack Obama. Segundo o “The New York Times”, a personalidade mais influente do Twitter é Rafinha Bastos.

O comediante de stand-up, conhecido por seus comentários ácidos e bem-humorados, é mesmo um fenômeno midiático.

Além de ter vídeos entre os mais visualizados no YouTube, Rafinha faz sucesso na TV com o “CQC” e “A Liga”, ambos transmitidos pela Band, é o empreendedor por trás de um dos palcos mais disputados de São Paulo, o Comedians Club, especializado em humor, e agora também está nas prateleiras com o DVD “A Arte do Insulto”, seu antigo show, que rodou o país por sete anos.

Em entrevista ao Metro Rio, Rafinha comenta o seu sucesso simultâneo em tantas frentes.

Como você está encarando a exposição na mídia, depois de ser eleito o homem mais influente do Twitter?
É muito bacana, principalmente, porque tudo isso é fruto da qualidade do meu trabalho. Nunca quis estar na mídia, mas se estou graças às minhas criações, é muito gratificante.

Qual é o segredo para fazer sucesso em diferentes mídias?
Isso é uma coisa que me deixa muito feliz. Há mais de dez anos, invisto em conteúdo para internet, apostei nesse meio. Tudo acredito na sinceridade do que faço. Tudo o que faço sou eu, não interpreto nada. Todas as minhas criações têm como inspiração minha própria vida. Acho que, por isso, independentemente da mídia e do formato, as pessoas se identificam.

Como foi o começo da sua carreira? Como você foi selecionado para o “CQC”?
Desde 2003, faço standup. Fui um dos precursores do formato no Brasil. Era um modelo americano e, no Brasil, começaram a surgir grupos no Rio e em São Paulo. Eu fazia parte do paulista. Como o formato é muito ágil e aborda o factual de forma irreverente, funcionou. E até hoje funciona. Mas no início, o público começou a aparecer pela internet. E, por conta desse meu trabalho na rede, fui chamado pelo Tas para fazer o “CQC”.

Você gosta de ver TV? O que você acha do humor na TV atualmente?
Vejo muita TV. Quando fui fazer faculdade, escolhi fazer jornalismo por isso: sempre quis trabalhar com televisão. No entanto, nunca gostei muito do humor da TV. Sempre achei que esse humor não era direcionado para mim, nem para meus amigos e pessoas que vivem ao meu redor. É isso que eu exploro: fazer humor para pessoas parecidas comigo. Deu certo.

Você tem alguma influência no humor?
Não diria influência, mas sempre respeitei muito o pessoal do “Casseta e Planeta”. Sei que minha geração só está aqui e consegue fazer o que faz porque antes esses caras conseguiram quebrar algumas barreiras e preconceitos. Sou muito fã da trajetória deles.

Para você, humor tem limite?
Tento não me barrar pelo tema. Eu me direciono somente pela graça. Se acho engraçado, eu falo. E acho que tem que ser assim, o alvo do humor não deve ter limite. Para mim, humor controlado não é humor, não tem graça.

Como surgiu essa mistura entre jornalismo e comédia que você explora tanto no “CQC” quanto em “A Liga”?
Acho muito interessante que haja esse cruzamento. O jornalismo, atualmente, é muito repetitivo, muito chato. As matérias são iguais, os modelos são os mesmos. Quase não vemos diferença entre os telejornais de duas emissoras, por exemplo. Por isso, acho essa mistura bastante produtiva. A partir dela, podemos abordar temas sérios de uma forma inusitada e até atrativa. Por exemplo, na atual temporada de “A Liga”, vamos abordar temas que precisam ser debatidos, como o aborto e trabalho escravo, de uma forma mais participativa, de um ponto que ninguém explorou antes. Isso é fundamental para um debate mais produtivo.

E quanto às declarações do deputado Jair Bolsonaro no “CQC”? Qual a sua opinião sobre elas?
Sou sempre a favor da informação, por isso acho que ele deve ser exposto mesmo, afinal ele já foi eleito seis vezes. A população precisa saber que existe preconceito e existe racismo no Brasil, e ele está também no Congresso. Apesar de parecer o contrário, a liberdade de expressão é muito restrita no país. Não discutimos e negamos temas que são tabu. Pode ser até um choque para alguns, mas é saudável para a população. Bolsonaro precisa aparecer porque tem gente que vota nele.

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Publicado em 13/04/2011, em CQC. Adicione o link aos favoritos. 32 Comentários.

  1. Pra ele (Rafinha Bastos) certamente o humor não tem limites mesmo, a postura de alguns humoristas tem desagradado os telespectadores, o povo rondoniense está revoltado com os insultos em forma de humor proferido por tão “GRANDE FENÔMENO” do humor brasileiro em “A ARTE DO INSULTO”. Rondonia merece respeito, ninguem o obrigou a vir fazer apresentação neste estado, e ainda fica tirando onda, dizendo que o povo daqui é feio, que é diabo veio de Rondonia. Muito sem noção uma pessoa dessa…

    Tá ai o link do desrespeito: http://www.youtube.com/watch?v=ktaIg9Uhvcc

  2. Sempre que podia eu assistia o CQC, por achar o programa muito legal, com apresentadores inteligentes. Até o dia que o infeliz “Rafinha” abriu a boca para falar do Estado de Rondônia. Nesse dia descobri que inteligência não significava nada. Que o respeito pelas pessoas é a grande qualidade que um ser humano deve ter. Para vc “ignorante” que não conhece o Estado de Rondônia, sua cultura, localidade, e muitas outras informações básicas da geografia do Brasil, aqui em Rondônia moram pessoas, lutadores, inteligentes, sensatas, que gostariam de um pouco mais de respeito de infelizes humoristas como vc. Sou de Vilhena Rondônia. Sou Rondoniense e exijo respeito.

  3. Nos rondonienses estamos muito triste ao ver o video do Rafinha falando mal do povo de Rondonia
    creio que sua fala fui muito infeliz, e acho que ele não teve a oportunidade de conhecer direito nosso estado e conhecer mais de nossa cultura pois nosso estados é o unico que não tem uma definição real cultural pois ele e formados de pessoas de todo o pais. Creio que será corrigido esta fala pois o admiramos e esse povo que diz ser feio tb da ibope ao seu programa e contribuiamos para serem o sucesso que são hoje.

  4. Eu ADORO o Rafinha. É um humorista inteligente, brinca com as PESSOAS DE TODAS AS REGIÕES, classes, cor, tamanho… sem gênero específico nenhum. É uma pessoa hilária com um toque de sarcasmo. As mídias precisavam desse tipo de profissionais. As verdades do Brasil ficaram mais alegres e de livre expressão.

  5. CIDYA SANTOS

    Sou Rondoniense e exijo respeito. Humor? eu tenho outro nome pra isso, insulto, e de feiura ele estende,BOSTINHA BASTOS.

  6. Pô Rafinha, todos sabem que você é uma pessoa inteligente, um baita jornalista, um puta humorista, um judeu filha da puta e outros comentários que nem precisamos citar aqui não é verdade? Mas você sabe também que existem pessoas melindrosas e tal e é preciso tomar mais cuidado com essa gente. Penso que, para o nosso próprio bem e da humanidade em questão, precisamos ter uma regulamentação que permita o humorista por profissão fazer uso de qualquer palavra pública,spojoicyscnauieycnpyna@%$@#¨$%$@#$&$(¨(*%*$##%#$#¨%&¨%&¨*(&() – op´’s, perdão, sua irmã, a turca-gaúcha estava aqui e… enfim, entendeu? Mas sei lá, não são todas as pessoas que aceitam que brinquem com a sua raça, nacionalidade, limitação… É preciso também ter um cuidado mais respeitoso, acho que um humorista de verdade satiriza a si mesmo, vide o mestre Chico Anísio quando fazia stand up. Sei lá meu velho, você e os meninos do CQC precisam pensar melhor nisso, o humor tem que ter limite sim, assim como tudo o que é público. Vocês não vão eliminar o racismo ou o preconceito agindo dessa forma, ridicularizando as peculiaridades, as limitações, as pátrias ou seja lá o que for. É preciso repensar…

  7. As pessoas não sabem diferenciar humor com preconceito… Sou gaúcho e vivo constantemente com piadas sobre gaúcho é viado e coisas do tipo. Ao público rondonense, tem que agradecer por existir alguem que ainda fala deste estado. O cara é um fenômeno sim, uma das pessoas que não tem papas na lingua para expressar que não gosta de religiões, pagodeiros e/ou acha rondonenses feios. Isso é personalidade e ninguem é obrigado a gostar. Parabéns Rafinha Bastos pelo sucesso!

  8. talento tem nome, RAFINHA BASTOS !! ツ♥
    (HUMOR SEM LIMITES).

  9. Pessoas feias existem em todos os lugares, independente de região, cidade, estado, cor, religião, etc. Inclusive Rafinha, vc é um deles e olha que nem faço questão de saber sua origem! E lamento mas esse seu show Stand Up insultando ao ponto de dizer que “somos filhos do diabo” foi de extrema ignorância, uma vez que a maioria do país é cristão e aqui no Estado de Rondônia (com muito orgulho) não é diferente!!! Te convido a conhecer o Estado todo e as pessoas… Certeza, vai retificar o que disse!

  10. Você acha graça nisso?
    Rafinha Bastos:
    _ Eu pensei…
    _ O diabo fala português?
    _ Ah! Eu já sei em que Estado ele nasceu…
    _ E deixou muitos filhos por lá, viu?

    isso é comédia??

    Independente de beleza ou não, mesmo querendo dizer que “seriam filhos do diabo porque são feios”, deixa de ser comédia (a arte do ‘insulto’) e se torna OFENSA. É lamentável que pessoas deixem se levar por um comediante que perde a essência de fazer as pessoas rirem com show de stand up “saudável” e passa a ofender para tirar risos da sua plateia. Ser ou não ser bonito não faz diferença.. Mas ser filho do diabo? Ah! Faça-me o favor! Pra mim, esse ‘comediante’ (se ainda pode ser chamado isso assim), não tem moral nenhuma!

  11. caro rafinha bastos, vc como um grande comentarista, ate entao era seu fan.mas ate vc dizer coisas absurdas de rondonia,dizer que nossa populaçao rondoniense e feia e que paresce o diabo,tu nao sabe, de nada, tenho prena certeza que nos de rondonia somos muito mais bonitos,e educado que vc, da proxima vez que for se referir a rondonia tente pesquisar qual as qualidades de rondonia, e nao , dizer o que vc pensa a respeito, pode ser processado, abraços

  12. Seguinte, eu tô doidinho pra te conhecer o “Fenômeno”, vem aqui pra Rondônia pra ver se seu humor tem limites

  13. Josenildo pessoa

    Ta de sacanagem né cara, podeia pegar mais leve pow!

  14. Primeiramente quero dizer a todos, que muitas vezes assistindo ao show do Rafinha, do Danilo em certas partes já me senti ofendida pelo conteudo do show, mas analisando por outro lado, o mundo precisa disso, nossa sociedade ficou falsa com o passar do tempo, hoje em dia tudo é relacionado ao preconceito, quanto as brincadeiras com o pessoal de Rondonia, não vejo nada de mais, ele brinca com gordos, negros, judeus, com a esposa e o filho dele, vai esperar o que de uma pessoa dessas? rs..
    Olha pessoal, se dediquem mais ao humor, faça piada com você, isso vai fazer com o que a amargura do dia- a – dia vá tomando outro gosto, o que falta realmente no mundo de hoje é doçura pela vida! Deixm o Rafinha falar de Rondonia, Manaus, de onde ele quiser, não encarem a liberdade de expressão como preconceito. Um grande beijo Rafinha Bastos e parabéns por chegar tão longe, afinal são por pessoas como eu que seu trabalho é reconhecido, pq eu vou no seu show!

  15. A partir do momento que um profissional da tv que eu assisto se coloca dessa forma “sem limite” em sua profissão, eu uso o meu direito de expressão, mesmo que sem a presença de holofotes, usando o controle remoto. Um programa televisivo que até começou com cara de que iria se firmar como um momento de entretenimento para os telespectadores da tv aberta se perdeu no caminho. A sociedade dos “sem limite” está acabando conosco!

  16. carlos castro

    CQC!!! QUEM E VCS PRA FALAR MAL DOS RONDONIENSES…BRINCADEIRA SEM GRAÇAS DE MAL GOSTO IGUAL SEU PROGRAMA…QUANDO VC VEM NOVAMENTE EM RONDONIA EM??? VC NÃO SABE DE NADA VAI ESTUDAR VAI…PASSAR BEM LINDOS BONITOS MARAVILHOSOS……………..

  17. Vc se acha muito onda, e pior os caras que gostam das piadas estúpidas que faz , aprenda a respeitar às culturas e pessoas…. quero que vc venha e faça essa mesma apresentação aqui em RONDONIA , quantas pessoas rreiram de sua palhasada… , temos filhos orgulhosos de ser RONDONIENSES,não precisa ofender para fazer reir,… meus filhos deixaram de admirar vc , pero eu sei , queisso não interesa vc…..

  18. Em relação a infeliz piada sobre Rondônia,só demonstra a ignorância do autor, a falta de criatividade e a necessidade de apelar para ter audiência, simplesmente deplorável…

  19. felismente Rafinha sou de rondonia, mas não esquenta maninho bastardo…..meu pai esta com saudades de vc…..entra em contato com ele…ele precisa que vc continui com sua hipocrisia e sua medilcridade

  20. RAFINHA QUANDO O PROGRAMA QUE VC TRABALHA FALOU DO DEPUTADO QUE É RACISTA E NÃO GOSTA DE PESSOAS HOMOSEXUAL. VENHO LOGO NA MENTE DE MUITOS RONDONIENSE QUE VC NÃO E + NEM – QUE ELE VC SE IGUALOU A ELE VC CHEGA SER ATÉ MAS BAIXO QUE ELE,UMA PESSOA QUE MOSTRAR FAZER JUSTIÇA E FALAR UMA COISA DESSA..NOS PODEMOS ATÉ SER FILHOS DO DIABO COMO VC TANTO FALOU MAS QUEM ELE CUSPIU FOI VC….SE TOCA TENTA REVERTER ESSA HISTORIA….A CASA CAI PRA VC VACILÃO…..

  21. Que isso gente, o Rafinha não é preconceituoso e nem racista, ele só não gosta de alguns tipos, acreano, baiano, careca (Tas?), carioca, negro, loira, manco, gago, velho, artista, gordo, gaúcho, gay, político… Penso que toda vez que ele olha no espelho, ele se masturba, como pode um homem tão lindo, esse deus grego da TV? Ah, descobri: Rafinha Bastos é Chuck Norris na versão humorística! Ninguém jamais poderá com ele! Rafinhas Bastos é deus! Oh, todo poderoso Rafinha, rezo todas as noites para que você morr… quer dizer, goste de mim para que eu não sofra mais amarguras em minha vida!! Deus, uma pergunta: Como é transar com você mesmo? Como é ter filhos com você mesmo? Oh, príncipe da sátira, todo poderoso e onipotente, onisciente, impotente, demente, perturbador de povos!!! Ah, espero que o velho mestre Chico (o Anísio) não veja e não ouça a sua blasfêmia e o seu charlatanismo do humor meu amigo, porque se não, desmascararão o todo poderoso homem do twitter… Acho que a sua influência vai cair hein. Acho que agora você foi o padre que comeu a criancinha. Ainda existem católicos, mas não necessariamente adeptos.

  22. Tento não me barrar pelo tema. Eu me direciono somente pela graça. Se acho engraçado, eu falo. E acho que tem que ser assim, o alvo do humor não deve ter limite. Para mim, humor controlado não é humor, não tem graça.
    Essa são sua palavra que humor não te liminte que e vc pra fala dos Rondoniense, vc não conhece o respeito, assim que vc diz que ajuda as pessoa que precisa, vc não respeitar os seres humano. Sou Rondoniense e exijo respeito. vou monstrar que a não sou burra como diz vamos junto processa vcs. e entrão vamos vem que rir por ultimo… quero vem seu humor

  23. Lídia Quispilaya

    Prezado Senhor Rafael Bastos,
    Quem é esse cara? Nunca havia ouvido falar em vc. Falar em “liberdade de expressão” é um absurdo, só pode vir mesmo de pessoas que assistem a esse lixo cultural que algumas pessoas chamam de humor, eu como cidadã brasileira exerço o meu direito constitucional e censuro esse lixo dentro da minha casa usando apenas o controle remoto.
    Tomara que sua infeliz experiência promova nos ofendidos um pouco de bom censo e assistam a programas de qualidade e que transmitam valores morais, e claro pessoas como vc talves sirva para alimentar nossos bichinhos de estimção aqui em RO (onças)rsrs.

  24. Lídia Quispilaya

    Prezado Senhor Rafael Bastos,
    Quem é esse cara? Nunca havia ouvido falar em vc. Falar em “liberdade de expressão” é um absurdo, só pode vir mesmo de pessoas que assistem a esse lixo cultural que algumas pessoas chamam de humor, eu como cidadã brasileira exerço o meu direito constitucional e censuro esse lixo dentro da minha casa usando apenas o controle remoto.
    Tomara que sua infeliz experiência promova nos ofendidos um pouco de bom censo e assistam a programas de qualidade e que transmitam valores morais, e claro pessoas como vc talves sirva para alimentar nossos bichinhos de estimção aqui em RO (onças)rsrs…….

  25. Lídia Quispilaya

    Erro material.
    Onde esta escrito “estimção” Leia-se “estimação”.

  26. Esse cara não tem talento o suficiente para falar de RONDONIA.ELE É SO MAIS UM QUEBRADO COM NARIZ VERMELHO TENTANDO SUBIR NA MIDIA.RATEJANDO COM SUAS PIADAS CHATAS ELE DEVERIA PAGAR PARA ALGUEM VER O ESPETACULO DELE……

  27. É agora é que o twitter do Rafinha vai detonar se todos os rondonienses postarem seu repúdio.

    Talvez o Sr. Bastos não saiba: aqui vai a dica: Rondônia é um dos mais, senão o maior – excetuando SP – estado cosmopolita do Brasil. Eu, por exemplo,sou MG e, olha se o Sr. falasse da falta de infra-estrutura e outras matérias cogêneres do Proteste Já acerca de uma das nossas cidades, teria o respeito do povo rondoniense; ao revés proferiu agredir gratuitamente pessoas que até então consideravam seu trabalho humorístico; contudo a insistência em denegrir a imagem do Estado ficou bem delineada; se assim não fosse, porque mandaria retirar o agressivo vídeo do youtube? Aproveite, o quanto é tempo, para pedir desculpas por esse lamentável episódio.

  28. jailson miguel

    esse rapaz deve ter muita merda na cabeça para falar mal de um estado brasileiro, esse fdp deve ter nascido de chocadeira.

  29. Este cara trata a gente de ignorante e filho do capeta, e responde só falando que falou só agente de feia, isso e covarde , não asumir por completo, e se acha estrela, vai estudar e despois faz piada…….

  30. “Dizer que o diabo nasceu em Rondônia”? nossa o diabo com apenas 29 anos deixou mais de 1 milhão de herdeiros espalhados pelo Brasil a fora especialmente lá no sul que e de onde vc veio não é sr Rafael Bastoz?
    ja que por lá as pessoas são tão bonitas…

  31. Talvez se vc tivesse usado outras palavras, o ”caso RONDONIA” não teria ido tão longe,se tivesse ficado na parte onde vc fala da feiura,beleza,(pq gente feia tem em todo lugar e não somos mesmo ex de beleza),mas dai pegar e falar que somos filhos do ”DIABO”, poxa foi nessa parte que ficou chato.

  32. “Toda mulher que eu vejo na rua reclamando que foi estuprada é feia pra caralho. Tá reclamando do quê? Deveria dar graças a Deus. Isso pra você não foi um crime, e sim uma oportunidade. Homem que fez isso [estupro] não merece cadeia, merece um abraço”
    Isso não é humorismo, mas preconceito. Vinda de uma pessoa que é sucesso na mídia: é triste. Em nada auxilia as vítimas. A frieza nessas palavras prova – que nem tudo que brilha – tem real valor. É pior: colocar “graças a Deus” nessa frase é totalmente sem nexo.

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