Marcelo Tas grava vídeo institucional para Uniube

Marcelo Tas, âncora do CQC, programa exibido nas noites de segunda-feira na Band, esteve em Uberaba para gravar peças publicitárias e vídeos institucionais para a Universidade de Uberaba, que serão veiculados em outubro, na divulgação do próximo vestibular.
 
Um dos profissionais mais versáteis do país, a escolha de Marcelo Tas se confunde com a trajetória de credibilidade da Uniube. Ele demonstrou surpresa com a grandiosidade da instituição, não apenas devido ao número de alunos, mas pela qualidade de professores, mestres e doutores e o investimento no Hospital Universitário, clínicas e laboratórios para aulas práticas. Em entrevista à imprensa, com a participação de estudantes de jornalismo, ele esbanjou bom humor.
 
Marcelo Tas avalia que a decisão do Supremo Tribunal Federal em abolir a exigência do diploma confirmou que não há necessidade do curso de jornalismo no país. No entanto, ele se posicionou a favor de qualquer tipo de formação universitária, como nos moldes da França, para a prática jornalística. “Assim, o profissional pode ser um comunicador em sua determinada área de atuação”, explica.
 
Marcelo Tas grava vídeo institucional
 
Sobre o CQC, Marcelo Tas avalia que a técnica de aliar o humor ao jornalismo é a fórmula do sucesso de audiência, principalmente quando o assunto é a política. “Existem crianças de cinco e seis anos de idade conversando com os pais sobre a permanência de Sarney no Senado”, comenta. Para ele, este mecanismo de atingir o grande público até aqueles que são leigos da política brasileira pode ‘vacinar’ a sociedade contra ‘figuras’ como o atual presidente do Senado Federal. No entanto, Marcelo Tas deixa claro que o programa, apesar de ousado e irreverente, “anda no fio da navalha” – sempre atento para não cometer injustiça e ofensas.
Outra questão abordada foi a censura. O jornalista se posicionou totalmente contra algumas situações que ocorrem na mídia brasileira. “Isso não deve ocorrer no país”, fala.
 
Marcelo Tas também garantiu não ser viciado em trabalho, mas reforçou que faz o que gosta e, com isso, alcança a felicidade. “Ser feliz é muito difícil e exige a coragem de se fazer o que gosta”, diz. Segundo ele, não ter arrogância e estar aberto para aprender é o segredo do sucesso profissional. “Esta é a única saída. Se não tivermos esta postura não conseguimos lidar com tanta informação e nos tornamos escravos do trabalho. Sempre estou aprendendo, com certa suavidade, através do trabalho intenso”, diz.
 
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Publicado em 05/09/2009, em CQC. Adicione o link aos favoritos. Deixe um comentário.

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